Nosso cérebro é uma estação receptora e emissora de vibrações ou de freqüências que vem de todos os centros de Energia, ou de consciência.
Pelo pensamento de raça, de massa, estamos vivendo sempre em espaços comuns de energia ou de consciência e concomitantemente emitindo ou recebendo informações e necessidades similares simultaneamente.
Nos comunicamos através dos centros de energia ou de consciência, especialmente dos centros mais ativos em nossa mente ou consciência.
Semelhante atrai semelhante.
Se me comunico com o centro do amor, praticando amor, atrairei amor para mim: se em vez do amor usar o ódio atrairei ódio.
“Assim como você pensa em seu coração, em sua mente, assim será”.
Se me comunico com os centros de energia ou consciência, inferiores ou superiores, sem Amor, sem razão ou compreensão, atrairei energia ou consciência semelhante, que é a base do sofrimento.
Quanto mais levar consciência ou energia de Amor Incondicional a qualquer centro de energia ou de consciência, mais harmonia, paz, saúde, alegria, felicidade, bem aventurança, bons relacionamentos atrairei para mim e para meu ambiente vivencial.
“Amai vossos inimigos” é um preceito de sabedoria, pois carregar energia de amor no coração traz proteção não só dos inimigos, mas de todo e qualquer mal.
Preste sempre atenção com qual centro de energia ou consciência, você está se comunicando e qual é a intensidade e qualidade de Amor que será capaz de impregná-lo: Amor condicional ou incondicional racional.
Amor com egoísmo, em qualquer centro de consciência, trará Dor, embora, às vezes, não pareça; não se engane, o universo é sábio. [1]Pode o homem enganar a todos e a seu próprio ego, jamais poderá enganar a consciência das leis cósmicas, que são o próprio espírito de Deus.
[1] Trecho tirado do livro Sermão da Montanha de Huberto Rodhen.
COMO NOS COMUNICAMOS
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O AMOR É A SÍNTESE DA VIDA
on sexta-feira, 17 de julho de 2009
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Como nos comunicamos
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A CHAVE
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A chave
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A mente, a alma, a consciência, é o mistério da descoberta subjetiva da vida, pois objetivamente, ontologicamente, na pura consciência, que é o princípio criador do universo, está tudo pronto e é só a mente que conseguirá desvendar o mistério. O conhecido está para o conhecedor de acordo com a capacidade do conhecedor, isto é, a mente só poderá descobrir o que é capaz.
Assim, na evolução ascensional do homem ou em sua antropologia evolutiva, a mente vai revelando os mistérios da vida velados no corpo, que na realidade é o anjo, o mensageiro da alma.
Assim, na evolução ascensional, o corpo guarda sete centros de energia ou de consciência, que evolutivamente despertam da base da coluna até o topo da cabeça.
O primeiro centro de Energia, localizado na base da coluna, é o centro de Energia ou de consciência relacionado à segurança física.
O segundo centro, localizado na altura dos genitais, é o centro das sensações, do prazer, traduzido mais especificamente pelos sentidos físicos e pela libido. É o centro das emoções ligado ao mundo exterior.
O terceiro centro de Energia ou de Consciência que é o centro do poder mental ou intelectual, seria o centro ligado à vontade de dominar, localizado sobre a região gástrica. Este centro, quando desperto na alma ou consciência, expulsa o homem Adão do paraíso, pois, pela primeira vez, sente-se o homem separado do universo: desperta do sono cósmico do inconsciente da não separação para a consciência de separação e quer experimentar as sensações de segurança, prazer e poder, já registrados na mente animal e então o corpo, Adão, experimenta conscientemente o fruto proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal oferecido por Eva.
Eva expulsa Adão do Paraíso.
É neste centro que o intelecto, através do ego, onde estão as nossas memórias ou programas condicionados e registrados do nosso passado antropológico ou evolutivo, executa, um a um, todo o nosso egoísmo ou separação, na tentativa sofrida de um encontro com o amor ou com a razão, porém ainda numa capacidade analítica desintegrativa, separatista de ter, de sentir e de dominar.
É neste estágio que se encontra o pensamento de raça ou de massa da humanidade. Nossa cultura toda se baseia no direito do ego ou do poder de dominar, onde se diz que o direito é o filho primogênito do ego, mas inimigo mortal da justiça, que é o amor ou a razão.
O quarto centro de consciência ou de energia, é o centro do amor localizado ao nível do coração[1] - razão-pura.
Dentro do processo evolutivo, o amor nasce dentro do próprio condicionamento tribal, familiar, grupal, social, político, econômico, religioso, ainda incipiente, separatista, discriminativo, julgador, crítico, condenador, caracterizando um amor possessivo, transitivo ou condicional.
Já na atualidade existe um discernimento, a percepção de um amor incondicional, universal, maior, pois o espírito, a razão universal, através da alma, percebe a desintegração ou desunião, os conflitos internos, e só aceita o que é universal, integral, verdadeiro. Tudo o que desune traz desarmonia, sofrimento, dor, depressão, desânimo e também necessidade de mudanças ou descondicionamentos.
Na alma universal, isto é, no amor incondicional, na razão universal, na consciência de amar, compreender e perdoar plenamente, nada pode ser registrado que não seja harmonia ou paz interior. Porém, a mente carnal condicionada no ego pela separação, pelo desamor, busca desarmonia, desunião, julgamento, crítica e então sofre para aprender que a unidade, a paz, a harmonia, o amor incondicional, a razão universal, são a causa da felicidade, da bem aventurança, da paz e da eternidade.
No quinto centro de consciência ou de energia localizado ao nível da garganta está o centro da razão intuitiva, das trocas de energia universal, da graça pela graça, onde é dando que se recebe.
Quanto mais purificada a mente ou consciência pela prática do amor incondicional ou razão universal, maior será nossa razão intuitiva, nossa introvisão e maiores serão nossas trocas de felicidade, bem aventurança e paz.
É neste centro da garganta (V centro), da palavra, que o verbo se faz carne, que se materializam nossos desejos de prazer, de felicidade, de paz sem que nada nos falte em qualquer setor da vida.
O sexto centro de energia é o centro da percepção consciente da vida, localizado entre as sobrancelhas (terceiro olho) na região frontal, de onde percebemos todos os outros centros de energia ou de consciência, ou seja, os centros da segurança (base da coluna - cor terra), das sensações ou emoções exteriores (região genital - cor vermelha), do poder (região gástrica - cor amarela), do amor incondicional (região cardíaca - cor verde e rosa), da intuição (região da garganta - cor azul), da percepção consciente (região frontal - cor violeta), da unidade (acima do topo da cabeça - cor branca). Assim, do sexto centro, com discernimento e domínio, aprendemos a lidar com todos os outros centros citados, trazendo para as nossas vidas equilíbrio, paz, felicidade e alegria de viver.
[1]* Coração - é o centro do equilíbrio. Como órgão físico e através dos vasos sanguíneos, nutre todo o nosso corpo sem discriminação. Como centro metafísico - nutre de amor todo o nosso corpo energético através dos Centros de Energia.
Assim, na evolução ascensional do homem ou em sua antropologia evolutiva, a mente vai revelando os mistérios da vida velados no corpo, que na realidade é o anjo, o mensageiro da alma.
Assim, na evolução ascensional, o corpo guarda sete centros de energia ou de consciência, que evolutivamente despertam da base da coluna até o topo da cabeça.
O primeiro centro de Energia, localizado na base da coluna, é o centro de Energia ou de consciência relacionado à segurança física.
O segundo centro, localizado na altura dos genitais, é o centro das sensações, do prazer, traduzido mais especificamente pelos sentidos físicos e pela libido. É o centro das emoções ligado ao mundo exterior.
O terceiro centro de Energia ou de Consciência que é o centro do poder mental ou intelectual, seria o centro ligado à vontade de dominar, localizado sobre a região gástrica. Este centro, quando desperto na alma ou consciência, expulsa o homem Adão do paraíso, pois, pela primeira vez, sente-se o homem separado do universo: desperta do sono cósmico do inconsciente da não separação para a consciência de separação e quer experimentar as sensações de segurança, prazer e poder, já registrados na mente animal e então o corpo, Adão, experimenta conscientemente o fruto proibido da árvore do conhecimento do bem e do mal oferecido por Eva.
Eva expulsa Adão do Paraíso.
É neste centro que o intelecto, através do ego, onde estão as nossas memórias ou programas condicionados e registrados do nosso passado antropológico ou evolutivo, executa, um a um, todo o nosso egoísmo ou separação, na tentativa sofrida de um encontro com o amor ou com a razão, porém ainda numa capacidade analítica desintegrativa, separatista de ter, de sentir e de dominar.
É neste estágio que se encontra o pensamento de raça ou de massa da humanidade. Nossa cultura toda se baseia no direito do ego ou do poder de dominar, onde se diz que o direito é o filho primogênito do ego, mas inimigo mortal da justiça, que é o amor ou a razão.
O quarto centro de consciência ou de energia, é o centro do amor localizado ao nível do coração[1] - razão-pura.
Dentro do processo evolutivo, o amor nasce dentro do próprio condicionamento tribal, familiar, grupal, social, político, econômico, religioso, ainda incipiente, separatista, discriminativo, julgador, crítico, condenador, caracterizando um amor possessivo, transitivo ou condicional.
Já na atualidade existe um discernimento, a percepção de um amor incondicional, universal, maior, pois o espírito, a razão universal, através da alma, percebe a desintegração ou desunião, os conflitos internos, e só aceita o que é universal, integral, verdadeiro. Tudo o que desune traz desarmonia, sofrimento, dor, depressão, desânimo e também necessidade de mudanças ou descondicionamentos.
Na alma universal, isto é, no amor incondicional, na razão universal, na consciência de amar, compreender e perdoar plenamente, nada pode ser registrado que não seja harmonia ou paz interior. Porém, a mente carnal condicionada no ego pela separação, pelo desamor, busca desarmonia, desunião, julgamento, crítica e então sofre para aprender que a unidade, a paz, a harmonia, o amor incondicional, a razão universal, são a causa da felicidade, da bem aventurança, da paz e da eternidade.
No quinto centro de consciência ou de energia localizado ao nível da garganta está o centro da razão intuitiva, das trocas de energia universal, da graça pela graça, onde é dando que se recebe.
Quanto mais purificada a mente ou consciência pela prática do amor incondicional ou razão universal, maior será nossa razão intuitiva, nossa introvisão e maiores serão nossas trocas de felicidade, bem aventurança e paz.
É neste centro da garganta (V centro), da palavra, que o verbo se faz carne, que se materializam nossos desejos de prazer, de felicidade, de paz sem que nada nos falte em qualquer setor da vida.
O sexto centro de energia é o centro da percepção consciente da vida, localizado entre as sobrancelhas (terceiro olho) na região frontal, de onde percebemos todos os outros centros de energia ou de consciência, ou seja, os centros da segurança (base da coluna - cor terra), das sensações ou emoções exteriores (região genital - cor vermelha), do poder (região gástrica - cor amarela), do amor incondicional (região cardíaca - cor verde e rosa), da intuição (região da garganta - cor azul), da percepção consciente (região frontal - cor violeta), da unidade (acima do topo da cabeça - cor branca). Assim, do sexto centro, com discernimento e domínio, aprendemos a lidar com todos os outros centros citados, trazendo para as nossas vidas equilíbrio, paz, felicidade e alegria de viver.
[1]* Coração - é o centro do equilíbrio. Como órgão físico e através dos vasos sanguíneos, nutre todo o nosso corpo sem discriminação. Como centro metafísico - nutre de amor todo o nosso corpo energético através dos Centros de Energia.
RESUMO OU SÍNTESE
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Quando a mente material se purificar pela prática da razão universal, ou pelo amor incondicional, refletirá a luz do espírito e Eva iluminará o corpo (Adão) e conseqüentemente verá a luz do espírito.
“Bem-Aventurados os puros de coração porque verão a Deus”.
Através do amor, da razão universal todos os pecados serão perdoados. Quando Eva iluminar Adão pela prática do amor incondicional, todos os pecados (todo sentimento de separação) serão perdoados ou libertados e Eva viverá em corpo luz na paz de Deus.
Ser, sem apegos, é existir totalmente na diversidade da beleza que sempre se modifica.
Existir, sem os apegos na beleza da diversidade, é ser total.
Esta é a universalidade da vida.
“Bem-Aventurados os puros de coração porque verão a Deus”.
Através do amor, da razão universal todos os pecados serão perdoados. Quando Eva iluminar Adão pela prática do amor incondicional, todos os pecados (todo sentimento de separação) serão perdoados ou libertados e Eva viverá em corpo luz na paz de Deus.
Ser, sem apegos, é existir totalmente na diversidade da beleza que sempre se modifica.
Existir, sem os apegos na beleza da diversidade, é ser total.
Esta é a universalidade da vida.
CENTROS DE ENERGIA
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Centros de Energia
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Energia serpentínea ascensional ou evolutiva (cundaline[1])
[1] Energia que tenta Eva a evoluir em consciência.
[1] Energia que tenta Eva a evoluir em consciência.
No sentido descendente, a consciência pura ou Deus, se vela na matéria, em vários graus de evolução, nos filhos de Deus. (Mundos materiais ou densos).
No sentido ascendente a matéria revela a pura consciência, filhos de Deus, em vários graus de evolução (mundos espirituais, sutis, luminosos).
Eva tenta Adão através da energia ascensional evolutiva dos centros de consciência ou de energia (serpente evolutiva ou ígnea). Em primeiro lugar Eva tenta Adão a conhecer os mundos
inferiores ou exteriores, através dos centros de consciência ou de energia inferiores. É o próprio poder de Deus (Maia), poder de amar, de criar que faz Eva tentar Adão. Aqui atuam as energias de fogo (os serafins), ou anjos[1] do sofrimento, da dor, pela falta de compreensão que o homem tem de Deus. Através do sofrimento, Eva se purifica no centro do amor ou da razão,compreendendo a vida, a Deus, que é puro amor ou pura razão, e assim, os querubins
ou anjos, que guardam o portal do paraíso, abrem-no para a luz de Deus ou mundos interiores, espirituais, através dos centros superiores de consciência; isto, porém, se não houver farisaísmo ou orgulho espiritual. “Bem - Aventurados os pobres pelo espírito, os humildes, os desapegados, tanto dos bens materiais, quanto das posses espirituais, pois deles é o reino dos céus”.
Eva, a mente, tenta o corpo, leva o corpo às experiências, através dos centros de consciência ou energia, para que o corpo, ou anjo da alma, revele-se, lucifique-se e encontre o verdadeiro centro do amor, onde mora a vida eterna.
Temos, como exemplo, o Sagrado Coração de Jesus, que está nele em plenitude, mas que também está em nós potencialmente, em revelação pelas experiências e sofrimentos da vida.
A vertical evolutiva da mística (figura anterior), é a energia ascensional serpentínea que evolui através dos centros de consciência ou de energia presentes no homem. É a serpente que tenta Eva a se compreender e a viver em paz. Primeiro, Eva vive os conflitos da mente inferior (inferno), até encontrar a paz pela razão ou compreensão do amor universal. Então, Eva ingressa nos mundos superiores, divinos ou centros superiores de consciência, para servir à luz. Jesus disse: “Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz”, não a paz do ego, passageira ou o armistício, mas a paz duradoura, do Cristo, do Deus presente em nós.
“Eu vim para servir, não para ser servido”.
[1]Nota-se que nosso corpo é o mensageiro, anjo da alma e guarda nele tanto os anjos de fogo, mensageiros da dor, do sofrimento (serafins), quanto os anjos, mensageiros do amor (querubins), que através da mente, da consciência purificada, desegoficada, levam Adão ao paraíso. Anjos = Energia, Vibrações de Luz.
CRUZ CÓSMICA
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Cruz Cósmica - Cristo Consciência
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A mística se revela em ética através do ângulo reto da ação.
O agir segue o ser.
A vertical da mística é o conhecimento da verdade através do amor incondicional ou da razão universal, que se revela na horizontal da ética ou da prática do mesmo amor e do perdão pleno que é a libertação de todos os nossos estados de consciência negativos.
Esta é a cruz cósmica do sacrifício ou do sacro ofício do corpo, da matéria pelo espírito, pela luz. O corpo, a matéria, é a resistência que revela, que ilumina os filhos de Deus.
O filho do homem não veio à terra para sofrer. Veio pelo sacro ofício da sua glória e pelo amor e perdão plenos, transbordou, derramou esta glória para que todos nós pudéssemos beber da fonte da vida, que é o amor.
Na vertical da mística está cundaline, que é a energia serpentínea da consciência evolutiva do homem. Cundaline é a serpente ígnea que se ergue na vertical da mística, através dos centros de consciência às alturas da consciência cósmica ou total, universal (conhecimento da verdade).
Na horizontal da ética ou da ação está a prática do amor universal ou do conhecimento da verdade.
A chave que abre o templo da luz é a vertical da mística, através da serpente ígnea do conhecimento da verdade, e a horizontal da ética através da ação, da prática da razão universal ou do amor incondicional à vida ou ao próximo. A própria cruz cósmica.
Nosso corpo é o templo da luz, esta luz pleni-consciente, que sempre habitou em nós, que está velada em nosso corpo material e o segredo para encontrá-la é a prática do amor incondicional, da razão universal, pela mente racional.
Este é o homem cosmoficado, crucificado, universal, imortal.
O agir segue o ser.
A vertical da mística é o conhecimento da verdade através do amor incondicional ou da razão universal, que se revela na horizontal da ética ou da prática do mesmo amor e do perdão pleno que é a libertação de todos os nossos estados de consciência negativos.
Esta é a cruz cósmica do sacrifício ou do sacro ofício do corpo, da matéria pelo espírito, pela luz. O corpo, a matéria, é a resistência que revela, que ilumina os filhos de Deus.
O filho do homem não veio à terra para sofrer. Veio pelo sacro ofício da sua glória e pelo amor e perdão plenos, transbordou, derramou esta glória para que todos nós pudéssemos beber da fonte da vida, que é o amor.
Na vertical da mística está cundaline, que é a energia serpentínea da consciência evolutiva do homem. Cundaline é a serpente ígnea que se ergue na vertical da mística, através dos centros de consciência às alturas da consciência cósmica ou total, universal (conhecimento da verdade).
Na horizontal da ética ou da ação está a prática do amor universal ou do conhecimento da verdade.
A chave que abre o templo da luz é a vertical da mística, através da serpente ígnea do conhecimento da verdade, e a horizontal da ética através da ação, da prática da razão universal ou do amor incondicional à vida ou ao próximo. A própria cruz cósmica.
Nosso corpo é o templo da luz, esta luz pleni-consciente, que sempre habitou em nós, que está velada em nosso corpo material e o segredo para encontrá-la é a prática do amor incondicional, da razão universal, pela mente racional.
Este é o homem cosmoficado, crucificado, universal, imortal.
SACRIFÍCIO CÓSMICO
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O AMOR É A SÍNTESE DA VIDA
on terça-feira, 7 de julho de 2009
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Sacrificio Cósmico - Sacro Ofício Cósmico
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Deus se vela na matéria por amor a sua criação, e a matéria, Maria, mente, mãe, revela por amor, os filhos da luz ou de Deus.Quem revela luz é Maria, a mente, a Eva, feita, gerada, concebida do ti de Adão, da essência, da substância implícita, implicada na matéria do corpo de Adão.
“E o verbo (luz) se fez carne”, para que a carne, corpo, matéria, se fizesse ou se tornasse luz.
No sentido descendente, Deus o espírito se vela, se materializa.
No sentido ascendente a matéria se revela ou se espiritualiza “corpo luz”.